(Um novo ser)
Velma Reeves faz um show.
O teatro não está lotado.
Não há empolgação.
Seu olhar cruza o palco.
A porta lhe espera.
As luzes continuam.
Ela vai embora.
A plateia não entende o porquê.
- Velma, o que aconteceu?
Pergunta sua agente.
Ela não responde nada.
Entra no carro.
Vai embora dali.
Capítulo 02
(Tempero)
Ela está em casa.
Prepara algo pra comer.
Velma Reeves gosta de cozinhar.
É seu único prazer atualmente.
Ela olha pra pimenta.
A cor vermelha domina panela.
Ela olha pela janela.
O céu está nublado.
A TV é ligada.
A notícia é sobre ela.
Desliga a TV.
Pega o seu prato.
Vai pro quarto.
O telefone toca.
A parede recebe o prato.
Seu travesseiro está molhado.
Capítulo 03
(Maria Cristina)
Ilha de capri.
Velma Reeves está de férias.
Fugiu daquele lugar.
Ali, ninguém a conhece.
Ela precisa relaxar.
O som do mar.
O vento lhe envolve.
Nada de passado.
Só o presente.
Sem um futuro.
Uma voz lhe chama.
É sua amiga, Maria Cristina.
- oi, há quanto tempo.
- pois é.
- o que você faz aqui.
- eu estou de férias.
- ótimo.
- e você, o que faz?
- eu estou aqui a negócios.
- perfeito.
- vamos nos encontrar mais tarde?
- pode ser sim.
Elas trocam número de telefone.
É noite em Capri.
Uma balada acontece.
As amigas se encontram.
Conversam e se divertem.
Ambas se despedem.
Velma Reeves volta pra casa.
Capítulo 04
(Escrito nas estrelas)
O calor marca presença.
Sam Novaes tenta escrever.
A ideia não vem.
Ele vai a piscina.
A lua lhe inspira.
Sua mente divaga.
Seu telefone toca.
Ele atende a chamada.
Seu pai aparece.
Connor está de olho nele.
Sam escuta por um momento.
- eu já disse que não.
Ele desliga o celular.
Olha pra o seu pai.
- é ele novamente?
Pergunta Connor Novaes.
- não é nada.
- você me envergonha.
Seu pai sai Dali.
San olha pra piscina.
O celular tá no fundo.
Capítulo 05
(A bandeira caída)
Jacob haiala termina o seu trabalho.
Ele fecha a loja.
Sente-se doente.
Vai pra casa.
Coloca uma música de Velma.
Prepara um chá.
Toma um banho.
Bebe o chá.
Deita-se na cama.
Cantarola uma canção de Velma.
Olha rede social.
Vê uma foto de Sam.
Seu coração acelera.
Jacob sonha em ser escritor.
Sair desta rotina.
Conhecer alguém interessante.
Sam Novaes lhe interessa.
Ele sente-se melhor.
O sono chega.
Ele vai dormir.
Capítulo 06
(O urso no arco íris)
Jacob sonha.
Ele tá num jardim.
Há uma profusão de flores.
Os aromas são variados.
A luz irradia.
Abelhas voam por aí.
Os pássaros cantam.
Começa a chover.
Ele sente na pele.
Um arco íris surge.
Jacob decide segui-lo.
O jardim é vasto.
O tempo não passa.
Ele chega ao fim do arco íris.
Um urso brinca.
Os dois fazem contato.
Eles nadam num lago.
Descansam na grama.
Jacob dorme no jardim.
Acorda na sua casa.
Capítulo 07
(Carrossel no parque)
Velma vai até o parque.
Ela quer se distrair.
Observa um carrossel.
Sam tá nele.
O mundo gira.
Ele não quer pensar.
Sai do carrossel.
Sente-se tonto.
Tropeça e cai.
Velma vai ajudá-lo.
Sam vomita.
- você está bem?
- eu vou ficar.
- você quer ajuda?
- por favor.
Ela o leva até um banco.
Ele olha pra ela.
- meu Deus, é você.
- não diga nada, por favor.
Ela olha ao redor.
Óculos e chapéu lhe protegem.
Ele assente com a cabeça.
- você está melhor?
- eu estou sim, obrigado.
- quer que eu chame um táxi?
- não precisa, quero caminhar.
- posso te acompanhar?
- seria uma honra.
Eles passeiam pelo parque.
O celular toca.
Ela não atende.
Começa a chover.
Eles se protegem numa árvore.
O olhar de Sam tá perdido.
Ele olha tudo.
Não vê nada.
Velma olha pra ele.
- aconteceu alguma coisa?
- sempre acontece algo.
- você quer conversar?
- não quero perturbar você.
- você não me perturba.
- tudo bem então.
- então vamos pra casa.
- você confia em mim?
- nada é seguro.
- tenho uma coisa pra dizer.
- o que é?
- eu sou gay.
Ela olha pra ele.
- isto é ótimo.
Velma dá um beijo no rosto dele.
Os dois se abraçam.
Seguem para casa dela.
Capítulo 08
(Uma noite entendiante)
Eles já estão na casa dela.
Pedem um lanche pelo telefone.
Curtem música no karaokê.
O céu está nublado.
Relâmpagos se vêem ao longe.
Sam admira casa de Velma Reeves.
- sua casa é bonita.
- obrigada.
Ela toma um gole de champanhe.
Ele olha fotos dela.
- quando vc volta fazer sohw?
- eu não sei.
- você não gosta mais do que faz?
- sim e não.
- eu não entendi.
- eu também não.
Sam Novaes olha plea janela.
O celular Velma toca.
Ela não atende.
O objeto para no sofá.
Velma vai a cozinha.
- você quer um café?
- eu quero sim, obrigado.
- o que você faz?
- eu sou escritor.
- que bom, eu gosto de ler.
- você já meu algo meu?
- eu não sei.
Ele cita um título de livro qualquer.
- eu não lembro.
- faz parte, é muito livro por aí.
- eu sinto muito.
- relaxa, tá tudo bem.
A chaleira apita.
- o café tá pronto.
- ótimo.
Eles tomam café.
Vão para varanda.
Vento sopra toalha mesa.
Sam olha pra ela.
- você sente-se entediada?
- eu sinto que sim.
- também me sinto assim.
- algo se perdeu no caminho.
- isto é complicado.
Eles olham a noite.
Sam Novaes agradece a companhia.
Ele vai embora.
Velma Reeves olha pela porta.
O táxi some na estrada.
Ela fecha porta.
Capítulo 09
(A hora da luz)
Jacob tá deitado.
Ele pensa em Sam.
Acaba se masturbando.
Ele goza, e vai tomar banho.
No quarto há calor.
Ele liga o ar condicionado.
Pega o caderno.
Escreve alguma coisa.
Uma moto vai ao longe.
Tudo é silêncio.
Ele escuta sua respiração.
Lenta e constante.
Capítulo 10
(Um cão que não tem noção)
Velma tenta compor uma canção.
Ela tá sem inspiração.
Olha pra sua instante.
Seus prêmios estão lá.
Sua assistente chega.
- bom dia Velma.
- bom dia.
- você está bem?
- sim.
- eu soube de ontem.
- soube o que?
- que você teve companhia.
- Ah, não fode.
- isto não é por mim.
- é pelo que então?
- pelo público, você sabe como são.
- faça-me o favor.
O sofá fica vazio.
Assistente fecha os olhos.
Respira lentamente.
Ela vai dar uns telefonemas.
Capítulo 11
(A marca solitária)
Connor está em casa.
Toma um vinho.
Olha fotos antigos.
Seu reflexo é cansado.
Vê imagens do filho.
Jogo de futebol.
Passeio na praia.
Sua primeira namorada.
Ele vê tudo aquilo.
Balança cabeça.
"Onde foi que eu errei?"
Ele não cabe em si.
Desconta tudo na comida.
Passa mal, e vomita.
Sam chega.
Vê o pai no chão.
Ele chora.
Gosto é amargo.
Filho vai ajudá-lo.
- pai, o que aconteceu?
Connor olha pra ele.
Não diz nada.
Abraça o filho.
O pranto continua.
Ele não entende nada.
Capítulo 12
(Sonhos de pássaros)
Velma sonha com a infância.
Seu tempo em natureza.
Os pássaros cantam.
Ela os imita.
Sol queima pele.
Praia tá cheia.
Dia de feriado.
Movimento é grande.
O sorvete derrete.
Seu pai sorri.
Sua mãe conta uma piada.
Aquela família vai bem.
O tempo passa.
Uma traição acontece.
Algo se quebra.
Seu pai leva as malas.
Sua mãe traz bebida.
Casa em desordem.
Velma fica a deriva.
Música lhe encontra.
Sua tábua de salvação.
Os pássaros lhe vem a mente.
A pessoa certa aparece.
Descoberto é seu talento.
O sucesso acontece.
As folhas caem no outono.
A empolgação decai.
O encanto diminui.
Nada tem o mesmo gosto.
Ela lembra tudo.
Frasco derrubado no tapete.
Comprimidos espalhados no chão.
Uma ambulância tá a caminho.
Capítulo 13
(A viagem)
Velma Reeves tá bem.
Ela melhora aos poucos.
Sua assistente tá lá.
- porque você fez isso?
- porque me deu vontade.
- isto não é resposta.
- isto é a minha resposta.
- você precisa de ajuda.
- eu preciso me livrar disto.
- disto o que?
Velma faz um sinal com a mão.
- de tudo isso.
Assistente dá um suspiro.
- eu vou lá fora falar com a imprensa.
Ela sai do quarto.
Velma olha pela janela.
Sol se põe.
Alguns dias passam.
Ela tá em casa.
Telefona pra Sam.
Ele atende.
- oi.
- olá.
- como você está?
- eu estou melhor, obrigada.
- de nada.
- eu vou viajar.
- que bom então fico feliz por você.
- você quer ir comigo?
- viajar com vc?
- sim.
- seria ótimo.
- perfeito.
- não vou te atrapalhar?
- de jeito nenhum.
- tá bom então, e quando vamos?
- daqui a três Dias.
- certo, vou arrumar tudo aqui.
- até mais então.
Eles desligam.
Sam Novaes conversa com o pai.
- eu vou viajar.
- você vai pra onde?
- sair com uma amiga.
Connor olha pra ele.
Sam percebe isso.
- é só uma amiga.
- eu não disse nada.
- eu lhe conheço bem.
- se você diz né?
- com licença, vou arrumar a mala.
Sam sai dali.
Connor toma um uísque.
Ele senta-se no sofá.
Pensa no assunto.
Capítulo 14
(A estrada)
Velma e Sam viajam.
Eles estão carro.
Andam sem destino.
Vão para lugares pequenos.
Cidades afastadas.
Onde ninguém os reconheça.
Eles se divertem.
Falam sobre as suas vidas.
Comem em restaurante de estrada.
Se hospedam em pensões.
Dão nomes falsos.
Ela aprecia liberdade.
Ele aprecia companhia.
Sam Novaes tem várias ideias.
Anota todas elas.
Seu livro ganha forma.
Velma lê um rascunho do livro.
- você escreve bem.
- obrigado.
- garanto que vai ser um sucesso.
- espero que sim.
A noite, eles vão a uma pizzaria.
- eu gosto de pizza - diz Sam.
- porque?
- ela me lembra infância.
- sei como é.
- me dá uma sensação de segurança.
- eu sinto isto com café.
- eu tbm gosto de café.
- que bom ter encontrado vc.
- tbm digo mesmo.
- obrigado por tudo.
- eu que agradeço.
Os dois se abraçam.
A pizza chega.
Velma Reeves fica alegre.
- ótimo, então vamos lá.
- com certeza sim.
Eles saboreiam a pizza.
Capítulo 15
(Decepção)
Jacob vai a um encontro.
A roupa está passada.
O perfume, colocado.
Relógio no pulso.
Seu coração acelera.
O bar está cheio.
Logo ele vem.
É o pensamento de Jacob.
Ele olha o relógio.
Pede um drink.
O tempo passa.
O gelo derrete.
Jacob olha para porta.
Muita gente chega.
Nenhum deles é ele.
Olha pro chão.
Já sabe o fim da história.
Connor senta-se no balcão.
Olha pro lado.
Jacob acena com a cabeça.
Connor percebe algo em seu olhar.
- você está bem?
Jacob olha para ele.
- eu vou ficar.
- sei como é.
- pois então.
- sempre tem alguma coisa.
- e como tem.
Connor pede um café.
- meu nome é Connor.
- eu sou Jacob.
Os dois apertam as mãos.
Jacob admira Connor.
Acha ele um homem bonito.
- você está esperando alguém?
- não e você?
- sim, mas ele não veio.
Connor observa Jacob.
- sinto muito por vc.
- obrigado.
Connor termina o seu café.
Paga a conta.
- a gente se vê por aí.
- tá bom então.
Connor vai embora.
Jacob paga a sua conta.
Olha mais uma vez para porta.
Também vai embora.
Capítulo 16
(Febre na tarde)
Velma Reeves adoece.
Ela tem febre e frio.
Vai ao hospital.
Assistente acompanha ela.
É uma virose.
Sam Novaes chega lá.
Faz companhia às duas.
Passa um tempo em observação.
É liberada.
Vai para casa.
- agradeço a sua companhia.
- amigos são para isto.
- você fica pra o jantar?
- sim.
- ótimo.
- você está melhor?
- eu estou sim. É o estresse.
- sei como é.
- como vai o livro?
- já passei da metade.
- isso é bom.
- é sim.
- como você está com seu pai?
- do mesmo jeito.
- compreendo.
- quando você volta cantar?
- eu não sei, ando sem vontade.
- entendi.
A noite chega.
Eles jantam.
Conversam mais um pouco.
Velma agradece a companhia.
Sam Novaes vai embora.
Capítulo 17
(Um encontro inesperado)
O escritor dirige a noite.
Vê um restaurante.
Decide parar lá.
Ele entra.
Senta-se no balcão.
Lugar tá quase vazio.
É meia noite.
Sam Novaes chama o garçom.
Quem atende é Jacob.
Ele fica surpreso.
- meu Deus, é você.
- eu te conheço.
- eu gosto de seus livros.
- Ah, obrigado.
- eu tbm sou escritor.
- olha que coisa boa.
- não tenho seu talento, mas tento.
- não diga isto, todos tem talento.
- tá bom então, o que você vai querer?
- um café.
- ótimo.
Jacob dá-lhe uma xícara de café.
- posso te pedir uma coisa?
- sim.
- você pode me dar um autógrafo.
- OK.
Jacob vai a cozinha.
Pega um livro.
Dá para ele.
- você tem uma caneta?
- sim.
Jacob dá-lhe uma caneta.
Sam autografa o livro.
- aqui está.
- muito obrigado.
Ele admira o livro.
- você escreve o que?
- eu escrevo contos.
- eu gosto de contos.
- me inspiro em vc.
- muito gentil.
- não é gentileza, é verdade.
- obrigado.
- você está escrevendo algo?
- sim.
- legal, posso saber o que é?
- não seja apressado.
Jacob fica sem Jeito.
- desculpa.
- relaxa, quando terminar te mostro.
- sério?
- sério.
- isto vai ser demais.
- beleza.
Sam Novaes paga conta.
- agora eu já vou.
- valeu, obrigado pelo Autógrafo.
- de nada, você está escrevendo algo?
- sim.
- eu posso te ajudar com isso.
- não brinca.
- você manda para mim.
- isto vai ser bom.
- eu leio e te indico uns contatos.
- eu agradeço toda ajuda que puder.
- não esquenta, aqui tá meu cartão.
- legal.
- quando terminar me manda.
- eu mndao sim.
Sam Novaes vai saindo.
Jacob interrompe ele.
- só mais uma pergunta.
- pois não?
- porque você tá fazendo isso?
- se eu posso ajudar, porque não?
- tá bom então, obrigado.
- de nada.
Sam acena, sorri pra ele e sai.
Coração de Jacob bate forte.
- ai meu Deus.
Sua mão treme.
Ele toma um uísque.
É quase uma hora da manhã.
Capítulo 18
(Uma estreia por aí)
Noite de estreia.
Sam Novaes lança o seu livro.
Risadas pelo ar.
Dança no salão.
Jornalistas por aí.
A fila é grande.
ele aperta muitas maos.
muitos sorrisos sao dados.
jacob está por ali.
ele tem um livro.
sam olha para ele.
- que bom que veio.
- eu nao perderia por nada.
- otimo.
sam autografa sua cópia.
- muito obrigado.
- de nada.
- em breve será voce.
- espero que sim.
- com certeza.
- agradeco ajuda com meu material.
- nao por isto.
- eu ja vou.
- agradeco o apoio.
- boa noite.
- boa noite.
jacob vai embora.
sam olha para ele.
algo lhe atrai.
chega seu pai.
- oi filho.
- oi pai.
- parabens.
- obrigado.
os dois se abracam.
- eu estou orgulhoso de voce.
- gentileza a sua.
- é a verdade.
- ta bom entao.
- me desculpe por estes dias.
sam olha pros sapatos.
- eu tenho errado com voce.
sam olha para ele.
- eu sou quem eu sou.
- sim, voce é meu filho.
connor lhe dá o livro.
- um autografo?
sam assim o faz.
a noite continua.
Capítulo 19
(O que é isso?)
Velma Reeves vai a Veneza.
Ela gosta da Itália.
Fará um show lá.
Enquanto isso aproveita o tempo.
Passeia de gôndola.
Concede entrevistas.
Conhece um rapaz.
Velma o acha atraente.
Estão hospedados no mesmo lugar.
Se encontram no elevador.
Tomam um drink no Bar.
Conversam sobre tudo.
Ele a faz rir.
Ela sente-se bem.
O nome dele?
Isto não importa.
É uma personalidade.
Como tal é alguém plural.
Ele estuda filosofia.
É alguém que pensa.
Divaga pelo espaço - tempo.
Velma Reeves está renovada.
Seu espírito brilha.
Sua mente é arejada.
O show acontece.
Ele é convidado.
Ambos se divertem muito.
Ela vai embora.
- agradeço a sua companhia.
Ele lhe dá uma rosa.
- eu agradeço a sua gentileza.
Eles se beijam.
Ela cheira a rosa.
- você vai ficar?
- eu vou sim.
- quando quiser me procure.
- eu irei sim.
Eles se despedem.
Ela pega o seu carro.
Ele Caminha pelas ruas.
Capítulo 20
(O estômago ronca)
O gato está na cama.
Sam acaricia ele.
O telefone toca.
Ele atende.
- oi, aqui é o Jacob.
- oi, você está bem?
- eu estou bem, obrigado.
- ótimo, aconteceu alguma coisa?
- meu livro sai amanhã.
- que bom então fico feliz por você.
- obrigado.
- de nada.
- você quer almoçar comigo hoje?
Sam olha o relógio.
- o meu estômago ronca.
Jacob ri do outro lado da linha.
- isto é bom.
- sim, onde você quer ir?
- que tal uma pizzaria?
- beleza, você escolhe?
- sim, eu te mando endereço.
- então até mais tarde.
- até mais tarde.
Eles desligam.
Sam toma banho.
Ele se arruma.
Pega a chave.
Fecha a porta.
Um motor é ligado.
Dia está nublado.
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