(A força do destino)
No reino de allark tudo é lindo & divertido.
Todas as pessoas são alegres.
Vivem 1 vida perfeita.
Uma existência de abundância e satisfação.
Mas nem sempre foi assim.
Houve 1 época em que 1 rei ganancioso colocou sua ambição acima de tudo.
E com isto criou o caos.
Combateu vários reinos vizinhos.
Os invadiu & destruiu.
Sua política expansionista era imparável.
Até que Niagara, uma feiticeira lendária allark, criou um colar poderoso e mágico.
Ela controla os ventos com ele.
Com isso se uniu ao irmão do tirano.
E o derrubou poder.
Destruiu o exército tirano.
Derrotou os seus planos.
Então veio o próspero reinado que eu descrevi acima.
O irmão tirano, Bayton, se tornou rei allark.
O tirano foi preso.
Morreu na prisão.
Só que algo estranho aconteceu.
Quer dizer, nem tão estranho assim.
Outros gananciosos queriam o colar de vento.
Quiseram comprá-lo a Niagara.
Ela não vendeu.
Tentaram mata-la várias vezes.
Ela teve que sumir.
Antes escondeu o colar.
Fez um mapa.
Entregou ao rei.
Explicou a situação.
Ela confiava nele.
Então sumiu na neblina.
O rei não quis olhar o mapa.
Mandou 1 amigo confiança enterra-lo num lugar distante.
Este amigo depois morreu de doença.
E antes que vocês me perguntem porque a feiticeira não falou ao rei sobre o colar, isso é simples.
Ela mesma se aplicou 1 mágica que se falasse sobre o paradeiro do colar, ela morreria.
Por isso fez o mapa.
Simples assim.
Como tudo na vida.
Só que alguém espionou a entrega deste mapa ao rei.
O filho dele, o príncipe Kenton.
O grande vilão desta história.
Capítulo 2
(Um dia corrido)
Na vila velha, Mora clyden, nosso aventureiro/herói.
Ele é o escriba lugar.
Escreve cartas para quem não sabe escrever & lê cartas pra quem não sabe ler.
Ele mora só.
Tem um amigo chamado Donovan, que é cozinheiro Duma taberna.
Clyden já foi 1 grande aventureiro.
Mas agora não quer saber disso.
Já se aposentou.
Tem 1 vida tranquila.
Ele era 1 lenda no mundo dos aventureiros.
Ajudou exército real na guerra.
Tudo isso ficou para trás.
Só que não.
Um verdadeiro herói não deixa ser o que é.
Enquanto isso, na vila velha, chega 1 mensageiro rei, edwon.
Guardem bem este nome.
Ele será importante para história.
Está vestido forma elegante.
Montado num cavalo branco.
Edwon se dirige a 1 aldeão.
- olá, eu procuro por clyden.
Aldeão aponta cabana dele.
Edwon dá 1 moeda ouro.
Aldeão fica feliz.
O mensageiro bate na porta do clyden.
Surge um vizinho.
- ele não está em casa.
- você sabe onde ele está?
- eu vi você dando uma moeda ouro.
Edwon revira os olhos.
"Gentalha interesseira"
- toma.
dá uma moeda ao vizinho.
- Ele está na taberna.
Edwon se dirige a taberna.
Lá está nossa dupla heróica.
Clyden bebe cerveja.
- que dia chato.
Donovan limpa o balcão.
- o que você tem?
Clyden olha para ele.
- vontade sair deste lugar.
- quer ir para onde?
- pro litoral, ver o mar.
- me chama que eu vou.
Edwon entra no lugar.
- quem é clyden?
Nosso herói olha para ele.
- sou eu, o que você quer?
- eu sou edwon, mensageiro real. Tenho 1 mensagem para você.
Ele entrega a mensagem.
- você sabe ler?
- sim.
Clyden lê a mensagem.
Edwon busca sua resposta.
- e então, o que você responde?
Clyden pensa no assunto.
- eu agradeço a gentileza de sua majestade, mais minha resposta é não.
- porque?
- porque eu estou aposentado.
- nosso reino está em perigo.
- eu já ajudei o Reino antes.
- e você pode ajudar novamente.
- eu estou velho para isso, além do mais, tem Outros aventureiros por aí.
- mas você é o melhor.
- obrigado pelo convite, mas minha resposta ainda é não.
Edwon olha para ele forma furiosa, mas contém sua raiva.
- muito bem, não pense que isto acaba aqui.
- é 1 ameaça?
- não, só 1 aviso.
Edwon sai dali.
Donovan olha para clyden sem entender nada.
- o que aconteceu aqui?
- um leve desentendimento.
- vejo que sim.
Na floresta ali perto, edwon se encontra com alguém encapuzado.
A pessoa misteriosa lhe espera.
- e então, ele aceitou?
- não.
- o que vamos fazer?
- deixa comigo, eu sei como tirar esta raposa do esconderijo.
Capítulo 3
(A noite dos cogumelos)
Agora já é noite.
Chuva e silêncio.
Nenhum som.
Ninguém na rua.
Clyden dorme Tranquilamente.
De repente, um barulho se ouve.
Várias explosões acontecem.
Clyden acorda assustado.
- o que é isso?
Ele vai para fora.
Lá, tudo é caos.
Ele não crê no que vê.
Do céu, surgem vários cogumelos.
Eles são enormes e coloridos.
Ao tocarem o chão, explodem.
A confusão é grave.
Pessoas correm dum lado pro outro, casas pegam fogo.
Um cogumelo vem em direção a ele, que corre para longe.
Sua casa explode.
Clyden entra em Pânico.
Um homem está caído perto dele.
Sua perna está quebrada.
Clyden tenta ajudá-lo.
Uma bomba explode a taberna.
Ele pensa em Donovan.
Não o vê na confusão.
Ele leva o homem a um lugar seguro.
Volta para vila.
Ao chegar perto, um cogumelo explode uma torre.
Uma viga bate na cabeça dele.
Clyden desmaia.
Ele não vê mais nada.
Capítulo 04
(A ilha Negra)
Clyden acorda depois de um tempo.
Ele está numa cama verde.
Com cobertor escarlate.
Numa cabana aconchegante.
Ele levanta da cama.
Caminha pela cabana.
Os móveis são de marfim.
Há bancos de madeira.
Um cheiro de eucalipto permeia o ar.
Há uma lareira acesa na sala.
Alguém sentado de frente para ele.
Clyden hesita em chamar.
Mas decide seguir em frente.
- olá.
A pessoa misteriosa se vira.
- olá meu caro amigo.
Quem lhe fala é edwon.
Clyden fica Confuso.
- você é...
- isto mesmo, Eu sou.
- onde eu estou?
- na minha cabana.
- porque você me trouxe aqui?
- sua vila foi bombardeada.
- aquilo foi terrível.
- com certeza sim.
- porque fizeram isso?
- por sua causa.
- por minha causa?
- sim.
- eu não entendo.
- eles devem saber de você.
- saber de mim o que?
- que você é o campeão do rei.
- o que?
Edwon revira os olhos.
- aquele que vai ajudar a encontrar o mapa.
- mas minha resposta foi nao.
- mas eles não sabem disto.
- eles quem?
- os inimigos do rei.
Clyden fica pensativo.
Edwon levanta-se.
- venha meu amigo, há um banquete para você aqui.
Clyden o acompanha até uma mesa.
Nela, há um farto banquete.
- sente-se e coma.
Clyden segue a dica.
Ele começa a servir-se.
- você não vem?
- não, obrigado. Eu já comi.
Clyden olha para ele.
- como você soube daquilo?
- eu cheguei lá pouco depois.
Clyden imagina situação.
- ia lhe procurar novamente, e encontrei você naquele estado.
- obrigado por ter me ajudado.
- não tem de que.
- alguém bate a porta.
Edwon vai atender.
Quem chega é Donovan.
Clyden fica surpreso.
- é você.
Os dois se abraçam.
Donovan fica feliz.
- que bom que você está bem.
- digo-lhe o mesmo.
- infelizmente, nossa vila foi destruída. Muitos morreram.
- que horror. Como você me encontrou aqui?
- eu ajudei sir edwon a trazê-lo para cá. Ele tambem me acolheu.
- compreendo.
Edwon serve-se Duma taça de vinho.
- não foi nada demais.
Clyden fica preocupado.
- e agora o que faremos?
Ele olha para edwon.
- o rei ainda deseja ve-lo.
Clyden vai até a janela.
Olha pro horizonte.
Ele volta-se para os dois.
- tudo bem então. Eu aceito.
Edwon fica satisfeito.
- ótimo, vou preparar a viagem.
Ele sai do recinto.
Clyden dirige-se a Donovan.
- sinto muito pela nossa vila.
- eu tambem sinto.
- agora é uma questão moral pra mim.
- eu ajudarei você também.
- você tem certeza disso?
- sim. Não há nada mais para mim lá.
- obrigado pela ajuda.
Edwon volta cena.
- muito bem. Já preparei tudo.
Nosso herói fica em alerta.
- nós partimos quando?
- amanhã.
Donovan entra no assunto.
- para onde vamos?
- para Ilha Negra.
Uma noite se passa.
Outro dia chega.
Nossos heróis partem de navio.
Chegam a ilha Negra.
Uma praia linda.
Areia negra, aguas límpidas.
Um grande castelo branco.
Eles são admitidos pela guarda real.
São levados até o grande salão.
Esperam pelo rei.
Então rei Bayton chega.
Eles se curvam.
O rei senta ao trono.
Olha para os aventureiros.
- levantem - se.
Eles se levantam.
Edwon se dirige ao rei.
- vossa majestade, aqui estão os aventureiros.
O rei olha todos.
- muito bem então, vamos começar.
Capítulo 05
(Chuva na tarde)
Agora já é tarde.
Céu fica cinzento.
Começa a chover.
Todos estão reunidos no salão do rei. Eles estão apreensivos.
Bayton olha para todos a sua volta.
Ele se fixa em edwon.
- e então, meu caro, você já explicou aos rapazes do que se trata a missão?
- ainda não vossa majestade.
- porque não?
- senhor soube do ataque a vila?
- sim.
- pois então nós cremos que tenha sido por causa dele.
Aponta para clyden.
- não posso acreditar nisso. Como meu filho desceu tão baixo?
Clyden olha para o rei.
- seu filho?
O rei se vira para o herói.
- sim, o príncipe Kenton.
- eu não entendi.
- bem, edwon irá lhe explicar.
Então ele explica nossa dupla heróica sobre a guerra, a feiticeira lendária, o colar de vento e o mapa.
Disto vocês já sabem.
O que vocês não sabem é que o príncipe Kenton não concorda com a política conciliatória do pai.
Ele crê que o reino de allark é melhor que os vizinhos.
Aprovava a política expansionista do tio e pretende continua-la.
Para isto ele precisa do colar.
E claro, do mapa para acha-lo.
Pai e filho brigam.
Kenton tenta matar o pai.
Não consegue e é expulso do palácio.
Ele tem seguidores.
E forma um exército rebelde para começar uma nova guerra imperialista.
Clyden e Donovan ficam abismados.
Chuva continua cair.
Rei fica triste e pensativo.
- infelizmente, o meu filho se corrompeu pelo poder e arrogância.
Sinto muito pela vila de vocês.
Clyden fica cansado.
- é muita coisa para pensar.
O rei concorda.
- sim, mas não temos tempo.
Edwon confirma.
- cada hora que passa, o príncipe Kenton ganha mais poder.
De repente, um som pesado de asas paira acima deles.
A chuva pára.
- o que é isso? - pergunta clyden.
- eu sei quem é - responde o rei.
Neste momento, entra ianka em toda sua glória com sua armadura prateada.
- olá, senhores. Vejo que começaram a sua reunião sem mim - diz ela.
- olá, princesa ianka - sauda o rei.
Ela se curva perante ele.
Da janela, eles apreciam o grande dragão verde dela.
Capítulo 06
(Um pequeno flashback ou uma história para se recordar)
A princesa ianka voa com o seu dragão pelos céus de allark.
A reunião já foi feita.
Planos foram traçados.
Saberemos disto ao longo da história.
Clyden observa a cena do vôo do dragão.
Edwon está ao seu lado.
- fantástico não é? - diz ele.
- sim, é muito bonito - responde clyden.
- porque uma princesa Cormack está aqui? - questiona ele.
- o pai dela foi assassinado pelo exército usurpador durante a grande guerra; uma indenização foi estipulada depois do conflito, e a princesa está aqui para garantir o pagamento.
- compreendo, aquela guerra tirou muita coisa de muita gente.
Clyden pensa isso, então voltamos a época da grande guerra.
Clyden era um aventureiro profissional.
Ele foi contratado para destruir o exército usurpador com táticas de guerrilha.
Clyden teve muito sucesso.
Durante muito tempo ninguém descobriu quem ele era.
Sabotagem, destruição de armas inimigas, roubo de moedas, etc.
Clyden era um mito.
Até que descobriram sua identidade.
E o pior.
Ele era casado.
Tinha um filho.
A vingança veio.
Perdeu sua família.
A revolta tomou conta dele.
Sua missão virou suicida.
A guerra acabou.
Ele ganhou uma recompensa.
Sua vida nunca mais foi a mesma.
Desde então se aposentou.
Isto é, até agora.
Capítulo 07
(A taverna do coelho cinza)
Clyden e Donovan recebem a carta diplomática do rei Bayton.
Com ela, começam sua jornada.
Frena, a general do exército real, recebe ordens de ir com eles.
O primeiro lugar que clyden decide ir é na taverna do coelho cinza.
Este personagem realmente é um coelho cinza falante.
Um velho conhecido clyden.
Eles entram na taverna.
O coelho cinza fica feliz em vê-lo.
Os dois se abraçam.
- olá, meu velho amigo. Como você está?
- eu estou indo - responde clyden.
- eu soube sobre o que aconteceu em vila velha. Sinto muito.
- obrigado. Preciso de sua ajuda.
- o que você quer?
- que me diga se alguém estranho apareceu por aqui estes dias.
- até agora não.
- compreendo.
Clyden olha ao redor.
Vários estranhos estão ali.
Silêncio é desconfortável.
O coelho cinza olha pros outros dois.
- quem são eles?
- são uns amigos.
- você aceita uma bebida?
- obrigado, nós já vamos indo.
O coelho cinza bate forte a garrafa de vinho na mesa.
- porque a pressa, meu amigo?
Clyden olha desconfiado para ele.
Frena pega um punhal.
Uma figura sombria aparece na hora.
- olá senhores. Sejam bem-vindos.
Clyden fica surpreso.
- o que está acontecendo aqui?
Caímos numa armadilha - diz frena.
Capítulo 08
(O teste do herói)
Quem aparece é melton, o ajudante de Kenton, o nosso vilão.
- ora, o que temos aqui?
Frena olha furiosa para ele.
Vários capangas aparecem.
E cercam o local.
- O que você faz aqui, melton?
- olá general. Seja bem vinda jornada.
O coelho cinza interrompe a conversa.
- está na hora do jogo - diz ele.
- que jogo? - pergunta Donovan.
- logo você saberá - responde melton.
Uma mesa é trazida até o salão.
O local é esvaziado.
Em cima da mesa, existem 3 caixas.
Cada uma delas contém um objeto.
E este objeto representa 1 ação.
O coelho cinza se apresenta a eles.
- nós sabemos o que vocês querem.
- vocês não sabem nada - responde frena.
- não seja hipócrita general - diz melton.
- hipócrita é você, seu traidor - retruca ela.
O coelho cinza volta falar.
- bem, a questão é a seguinte: cada um de vocês escolhe uma caixa, e dependendo do objeto, vai ter 1 tarefa para fazer, se forem bem, nós deixamos vocês saírem daqui. Senão forem bem, até a outra vida então.
- e senão aceitarmos? - pergunta clyden.
- aí vocês morrem - responde melton.
- primeiro você - ele aponta clyden.
Este vai até a mesa.
Ele escolhe a caixa da esquerda.
Ela contém um anel.
O coelho cinza dá um sorriso.
- isto é ótimo.
Melton fala a clyden.
- você vai colocar este anel e protegê-lo contra 4 guardas que tentarão pegá-lo de você.
Clyden coloca o anel.
Quatro guardas tentam pegá-lo.
Clyden luta com eles usando objetos da taverna.
Os inimigos são derrotados.
O coelho cinza bate palmas.
- parabéns, você conseguiu.
Clyden é amarrado na cadeira por um soldado.
- agora é você - melton aponta para
Donovan.
Ele vai até a mesa.
Escolhe a caixa direita.
Nela há um chicote.
Melton fala para ele.
- derrote 3 guardas e sobreviva.
O nosso fiel escudeiro olha para 3 guardas gigantescos.
Ele sabe que não tem chance.
Mas o que há de fazer?
Ele luta com os três.
É derrubado no chão.
Um dos soldados vai atingi-lo.
Ele fecha os olhos.
Levanta a espada.
Mata 1 soldado.
Com uma estocada no coração.
Donovan se levanta.
O outro soldado vai para cima dele.
Ele é idiota.
Tropeça e cai em cima da espada do outro.
Perfura o estômago.
Morre ali mesmo.
Melton balança cabeça e pensa que estúpido ele é.
O último luta com ele.
Derruba espada de Donovan.
Ele tenta bater no soldado.
Mas tem seu braço quebrado.
É jogado contra parede.
O soldado vai mata-lo.
Clyden grita por ele.
Frena fica entre os dois.
- eu assumo este desafio - diz ela.
O coelho cinza protesta.
- isto não é justo.
Melton levanta mão.
O coelho cinza se cala.
- isto vai ser divertido - diz melton de forma sarcástica.
Frena pega a espada.
Os dois lutam.
Frena mata o soldado.
- muito bom mesmo - fala o vilão.
Ele aponta para mesa.
Frena vai até a última caixa.
De lá ela tira uma corda.
Ela fica em dúvida.
- o que é isso? - ela pergunta.
Melton serve-se de um copo de água.
Ele olha para ela.
Começa sua explicação.
- esta corda é para um enforcamento. Voce decide quem mata: você mesma ou um deles.
Frena olha para clyden e Donovan.
- não faça isso - diz clyden.
- ou você escolhe ou matamos vocês todos - fala o coelho cinza.
- é isso mesmo - apoia melton.
Frena pensa por um momento.
Ela prepara a forca.
Olha para eles, e se enforca.
Nossos heróis gritam.
Tentam fazê-la desistir.
Ela olha para eles uma última vez.
Dá seu último suspiro.
Melton passa língua pelos lábios.
- é uma imbecil mesmo.
- e agora o que você vai fazer? - pergunta clyden com lágrimas nos olhos.
- eu vou fazer isso - responde melton.
Ele pega 1 espada.
Levanta acima de sua cabeça.
Clyden olha furioso para ele.
Quando melton vai golpea-lo, o grito do dragão ecoa acima deles.
Capítulo 09
(O lago de baunilha)
Melton & seus capangas vão para fora taverna. E lá está ianka com seu dragão fazendo uma tempestade de fogo pelo céu.
Os nossos capangas covardes dão no pé assim como coelho cinza.
Melton fica indignado com isso.
- voltem aqui seus covardes.
Ianka mergulha com seu dragão em direção ao vilão.
Ele xinga nossos heróis e dá no pé.
Ianka liberta clyden e Donovan.
Clyden olha para frena já colocada no chão e abraça seu corpo inerte.
Ele agradece a ela pelo sacrifício em benefício da aventura e sua vida.
De repente, vários corvos voam pela taverna e lançam de suas garras pequenas esferas negras.
Num gosto automático, ianka sai dali.
Ela alerta nossos heróis.
Mas não há tempo.
Os corvos vão embora.
E das esferas, saem 1 pó vermelho que contamina nossa dupla dinâmica.
Eles caem desmaiados.
Ao acordarem, estão deitados numa cabana ali perto.
Clyden pergunta por frena.
- ela recebeu 1 lugar digno de descanso - explica princesa.
Clyden se olha.
Ele está ficando invisível.
Assim como Donovan.
- o que está acontecendo? - pergunta Donovan.
- isto é um feitiço negro - diz ianka.
- e como podemos nos livrar disto? - questiona clyden.
- só há um jeito - explica ianka - vocês devem se banhar no lago baunilha antes que seja tarde.
- e o que acontece se for tarde? - pergunta Donovan.
- voces sumirão para sempre.
Nossa dupla heróica então é levada de dragão até o lago baunilha.
Um lugar lindo que deixo a imaginação de voces criar o cenário.
Eles são mergulhados naquele líquido lindo e aromático.
Seus corpos são invadidos por 1 onda de energia intensa.
E acabam adormecendo.
Capítulo 10
(Uma tarde quente)
Clyden & Donovan despertam de seu sono reconfortante.
Eles ainda estão perto do lago de baunilha mas estão sozinhos.
- onde está princesa ianka? - pergunta Donovan.
- eu não sei - responde clyden.
Ele vê 1 bilhete perto de si.
"Tive que voltar para capital e contar o que aconteceu ao rei. Espero que fiquem bem. Logo nos veremos novamente."
Os dois levantam-se.
A tarde está quente.
O cheiro doce inebriante do lago percorre o ambiente.
- este lago é lindo. Nunca tinha vindo aqui - observa Donovan.
- eu também não - diz clyden.
Num lugar muito longe Dali, a pessoa misteriosa se encontra com edwon.
- então como foi lá? - pergunta o conselheiro rei.
- foi 1 bagunça mas consegui ajudar.
- ótimo. Onde estão eles agora?
A pessoa misteriosa tira o capuz.
- Eu os deixei perto do lago de baunilha.
Esta pessoa misteriosa não é ninguém menos que a princesa ianka.
- muito bom minha querida. Você só faz bem. Eu tenho muito orgulho.
Os dois se beijam.
- quando nós conseguirmos o colar de vento, teremos o reino de allark só para nós - diz edwon.
- sim e o mundo todo se curvará á nossa vontade - fala ianka.
- só tem um probleminha - observa edwon.
- o que é?
- o príncipe Kenton.
- não se preocupe. Nós vamos dar um jeito naquele estúpido.
Capítulo 11
( Os piratas da estrada)
Clyden e Donovan estão caminhando por uma estrada sem fim.
Eles procuram por uma ladra conhecida do nosso herói principal que pode descobrir o paradeiro do colar de vento (ou do mapa).
Eles já estão muito cansados de andar neste clima tórrido.
De repente, eles escutam um monte de animais trotando e no horizonte uma grande nuvem de poeira se levanta.
- o que é aquilo? - pergunta Donovan.
- eu não sei - responde clyden.
Eles sacam a sua espada.
Então, aparece um monte de gente vestido com uma roupa estilo quimono de cores extravagantes e na cabeça vários chapéus de piratas que são cheios de purpurina.
E o melhor de tudo é que eles estão montados em unicórnios.
- mas o que é isso? - exclama clyden.
Os novos personagens rodeiam a nossa dupla heróica.
Um cara grande com um tapa olho desce d'unicórnio.
Ele está vestido totalmente de cetim rosa choque e seu chapéu é roxo.
Ele olha forma desconfiada para aqueles dois.
- ora ora o que temos aqui? - fala ele forma afetada.
- quem é você? - pergunta clyden apontando a espada para ele.
Os outros tiram pistolas de aspecto antigo e apontam para eles.
- calma pessoal, Vamos dar uma chance aos nossos amigos - diz o chefe do bando - eu sou o rei pirata e estes são os meus companheiros, os piratas da estrada.
- ora eu nunca ouvi falar em piratas da estrada, só no mar - diz Donovan.
- não seja estúpido, Garoto - rebate o rei - este é outro tipo de história. Use a sua imaginação.
- está bem, vamos ao que interessa. O que vocês querem? - pergunta clyden.
- o que todo pirata quer, dinheiro - responde o rei.
- isto nós não temos - fala clyden.
- hum, então voces são inúteis para mim. Rapazes, matem eles - ordena o poderoso chefão.
Todos apontam as suas armas para eles.
- acho que este é nosso fim - observa Donovan.
- não se preocupe - tranquiliza clyden. Eu tenho uma ideia.
Nosso herói chama pelo rei dos piratas.
- pois não? - responde ele forma inexpressiva.
- se você me ajudar eu conheço alguém que pode lhe dar muito dinheiro.
- e quem seria este ser tão magnânimo?
- o rei Bayton.
Todos caem na risada.
O rei dos piratas pega sua arma e aponta para clyden.
- por acaso você acha que eu sou estúpido ou por acaso você não sabe que sou procurado pelo exército real?
- eu sei sim, mas o assunto em questão é bem mais complicado que a sua pirataria. E eu tenho certeza que o rei será muito agradecido pela sua ajuda.
O rei dos piratas pensa por um momento.
- hum, muito bem. Eu ajudarei você com uma condição.
- e qual é esta condição?
- isto eu direi na hora em que ajudar vocês. Mas se me enganar eu procuro e mato você e seu amigo.
- tudo bem então.
Os dois apertam as mãos.
Os piratas comemoram.
- e quem vocês procuram - questiona o rei dos piratas.
- nós procuramos por hwina, a ladra cinzenta.
O rei dos piratas olha forma furiosa para eles.
Os seus companheiros ficam amendrontados.
O rei da um soco em clyden.
Ele cai no chão.
Donovan vai em seu auxílio.
- porque você fez isto? - pergunta o fiel escudeiro.
- aquela desgraçada roubou algo que me pertence; está na hora de devolvê-la para mim - explica o rei.
Capítulo 12
(O castelo aquático)
Uma coisa interessante para se saber sobre hwina, a ladra cinzenta, é que ela gosta de usar roupa cinza.
E que ela vive num castelo aquático.
É isto mesmo que vocês estão pensando.
Isto é bem óbvio.
Ela fez um serviço para um mago.
Em troca ele lhe deu um castelo aquático, feito d'água.
É redundante eu sei.
Eu gosto do charme da coisa toda.
Eles vão até o castelo aquático.
E são recebidos por várias ondas que se formam do jardim aquático do castelo aquático.
Onda após onda, os piratas da estrada São derrubados.
Até que clyden resolve se manifestar.
- por favor, hwina. Nós estamos aqui para falar com você e não para lhe fazer mal.
Então chega hwina, a ladra cinzenta, em toda sua vibe de glamour.
- o que esta gentalha quer comigo?
O rei dos piratas sente-se indignado.
- olha lá como fala conosco sua criatura parva.
Hwina dá uma risada.
- uma criatura parva que bem deu uma rasteira em você.
O rei dos piratas pega sua espada e dá um passo a frente.
- ora sua...
- por favor, vamos parar com isso - interrompe clyden. O nosso assunto é sério.
- então diga o que é - pergunta hwina.
Clyden explica toda situação desde o começo da história até aqui.
- o que eu ganho com isso? - indaga a ladra.
- que tal sua cabeça em cima do pescoço - se intromete o rei dos piratas.
- não complique as coisas - diz clyden.
- vamos entrar e ceiar; mais tarde eu decido o que fazer - sugere hwina.
Ela olha pros piratas.
- e vocês nada de tentarem alguma coisa contra mim pois eu tenho um talismã que vai lançar uma praga naquele que ousar me matar.
Todos concordam e entram no local.
O castelo aquático é lindo.
As águas que formam suas paredes são tão limpidas e cristalinas que resplandecem a luz do sol.
Os quadros por assim dizer na verdade são os mais variados animais marinhos que estão dentro daquelas "paredes".
Os móveis são em formatos de conchas e pedras marinhas.
O jardim e a vegetação são compostos pelos recifes e corais.
Tudo é esplêndido.
Seus serviçais são sereias de ambos os sexos.
Todos estão admirados.
O jantar acontece.
(Frutos do mar, obviamente)
O jantar termina.
- como eu posso ajudá-los? - pergunta hwina.
- você é a maior ladra deste reino e conhece o mercado Negro do roubo e do contrabando melhor que ninguém. Talvez você possa nos ajudar a encontrar o mapa do vento - responde clyden.
- uma vez eu tentei roubar 1 bola de cristal de 1 bruxa que tudo vê. Mas ela me acertou com a sua vassoura voadora e fugiu. Coincidência ou não, eu descobri o paradeiro dela 1 dia destes por aí e estava planejando rouba-la novamente.
- então você pode nos ajudar?
Ela olha para ele forma inexpressiva.
- Sim, mas eu tenho uma condição.
- qual? - questiona clyden.
- que ele venha comigo - hwina aponta para Donovan.
- eu? - nosso escudeiro fica surpreso.
- Sim, você tem o que eu quero.
- e o que eu tenho e você quer?
- venha comigo, e você descobrirá.
Clyden se interpõe entre eles.
- eu não vou deixar você fazer mal a meu amigo.
Hwina revira os olhos.
- relaxa, cowboy. Eu não vou morder ele, a menos que ele queira. Hehehe. Brincadeirinha.
Clyden fica furioso.
- eu já disse que não...
Donovan toca ombro do amigo.
- tudo bem. Nossa missão é maior que tudo isso.
Os dois saem dali.
Os outros só ficam olhando.
pensando nisto.
Assim como vocês.
O que será que eles vão fazer hein?
Como sempre, eu deixo certas partes da história para imaginação de vocês.
Até o próximo capítulo.
Capítulo 13
(O mar de margaridas)
Enquanto isto deixamos o rei Bayton longe desta história há muito tempo.
Devemos voltar para ele.
Ele lamentou muito a morte de frena, sua melhor general.
Agora, ele está com um general substituto e o lorde edwon vendo o que pode ser feito para conter a rebelião junto com seu conselho, quando um grupo de morcegos gigantes sobrevoa o castelo com vários soldados inimigos.
Eles atacam sua guarda real e tomam o controle deste mesmo castelo após lançarem um feitiço que transformou todos os guardas reais em cinzas.
É neste ponto da história que surge o grande vilão da trama, o príncipe Kenton.
Ele chega montado num morcego, vestido com armadura negra e um capacete em formato de morcego.
Ele é alto e imponente, com uma expressão cínica no rosto.
- olá, meu pai. Como senhor está?
Melton aparece ao seu lado.
O rei Bayton fica indignado.
- Kenton, como você pode fazer isso comigo?
- fazer isto o que?
- lutar contra o seu pai.
O príncipe Kenton dá uma risada sarcástica.
- o senhor é muito patético mesmo.
- o que você está dizendo?
- eu sei de tudo.
- de tudo o que?
- você não é meu pai. Você é meu tio.
Todos ficam surpresos com esta informação.
Inclusive, eu agora, que acabei de pensar nisto.
- o meu verdadeiro pai é o tirano, seu irmão - diz o príncipe Kenton.
- como isso é possível? - pergunta lorde edwon.
- você também sabe tudo isso - diz o príncipe Kenton.
Agora para economizar diálogo, eu vou explicar a vocês o acontecido.
É um fato simples.
O rei tirano teve um filho fora do casamento, qual seja, o príncipe Kenton.
A rainha não gostou.
Ela era estéril.
Então, se matou.
Triste eu sei, mas é isso aí.
Para evitar escândalo, o rei tirano deu menino ao seu irmão, que o criou como filho.
Um dia, na adolescência, o príncipe Kenton ouviu duas criadas falando sobre isso.
Ele fuçou o diário do pai, e descobriu que tudo era verdade.
Como eu disse, simples assim.
Desde este dia, ele alimentou a ambição de continuar o império expansionista do seu pai tirano.
Aqui estamos então.
O rei Bayton fica estupefato com tudo isso.
- eu considero você meu filho.
- besteira, eu nunca gostei de você.
- como você pode falar isso pra mim?
- chega de bobagem. A partir de agora, eu sou novo rei de allark.
- o meu outro exército chegará aqui a qualquer momento.
- receio que não - diz lorde edwon.
- o que? - o rei olha para ele.
- lorde edwon fez um pacto conosco, ele está do nosso lado - diz o vilão.
- isso não pode ser possível - diz o rei de forma triste.
- a princesa ianka cuida dos outros guardas por aí com o seu dragão - complementa o príncipe Kenton.
- até ela também?
- sim.
- onde está dignidade de vocês?
- quando eu achar o mapa e o colar, este mundo será meu - exclama o vilão.
- porque você faz isso se já teria tudo quando eu morrer? - pergunta o rei.
- eu poderia lhe dar mil desculpas, mas o principal motivo é porque eu quero isso, simples assim - confirma o príncipe.
- o que você vai fazer comigo?
- não se preocupe, não vou te matar.
Ele olha pros guardas.
- levem o meu tio para o mar de margaridas.
O rei tem sua coroa tomada pelo príncipe, e é levado embora pelos guardas.
O príncipe Kenton se coroa como novo rei de allark.
- agora uma nova era começa para este lugar - diz o rei Kenton.
Todos se curvam perante ele.
Enquanto isso, o ex-rei Bayton é jogado dum morcego gigante num mar de margaridas, que literalmente é isso aí.
Ele olha para aquela imensidão de margaridas e se pergunta: - pelo infinito, e agora o que será de mim?
Ele anda por muitas horas e dias, perdido na imensidão do mar de margaridas.
Muitas borboletas e vários tipos de pássaros habitam este lugar fantástico.
E como eu gosto de um roteiro clichê e cheio de conveniência, escrevo seguinte parágrafo.
Ao longe, no horizonte, ele vê uma torre de marfim.
Tenta se aproximar Dali para pedir ajuda.
Ele está cansado.
Com sede e com fome.
Cai no chão.
Pensa em se entregar ao seu destino.
Ele escuta uma carruagem se aproximando dele e ao parar perto de Bayton, surge um duende.
- olá, vossa majestade.
- quem é você? Me ajude, por favor.
- eu estou aqui justamente para isso. Suba na carruagem, ela está a sua espera.
- ela quem?
- Niagara, a feiticeira do vento.
Bayton dá um sorriso.
Entra na carruagem.
Os dois partem para mais um momento na jornada do herói.
Capítulo 14
(Todos no meio da confusão)
Depois da reunião por assim dizer íntima entre hwina e Donovan, todos decidem se unir para roubar a tal bruxa bola de cristal e deixam suas diferenças de lado.
- muito bem então - diz hwina - eu ataco a cabana da bruxa pela frente com os dois aqui e vocês vão por trás e pelos lados - ela aponta para os piratas da estrada.
- e como vamos saber que você não vai nos enganar novamente? - pergunta o rei pirata.
- você vai ter que confiar em mim, bebê - responde a ladra.
O rei pirata concorda com a cabeça.
- ótimo, agora vamos nos preparar para partida - afirma clyden.
Eles preparam as suas coisas.
Tomam um prato de sopa delicioso.
Partem para mais um capítulo desta (nem tão longa) jornada.
Capítulo 15
(As horas que não passam)
Nosso grupo improvável de heróis vai até a floresta da bruxa.
No meio do caminho, eles se deparam com o exército do rei Kenton, comandado por melton.
- olá, meus amigos. Vejo que nos encontramos novamente - diz melton.
- o que você quer aqui? - pergunta clyden.
- a mesma coisa que vocês - responde ele.
- isto você não terá - fala o rei dos piratas.
- vocês estão em menor número, como vão poder nos derrotar? - pergunta o vilão.
- isto é o que veremos - diz hwina.
Eles pegam as suas armas.
Uma batalha campal começa.
Nossos heróis estão perdendo.
- rendam - se em nome do rei Kenton, e talvez ele tenha piedade de voces - diz o capanga.
- jamais nos renderemos - rebate Donovan.
- então preparem-se para morrer - fala o vilão.
De repente, um grito no céu apavora a todos, e eles ficam surpresos de ver vários Peixes voadores vindo em direção a eles carregando mísseis em forma de maçãs.
Quando estas maçãs caem, elas explodem raios de arco íris que afetam ao exército do inimigo.
- malditos peixes intrometidos - exclama melton.
Os soldados do rei vilanesco fogem.
Pois eles estão perdendo e sendo bicados pelos peixes voadores.
- vocês me pagam por isso - diz melton enquanto foge novamente como um covarde.
Neste meio tempo, Bayton e Niagara aparecem montados num tapete mágico.
Todos ficam surpresos.
- vossa majestade, o que faz aqui? - pergunta clyden quando Donovan dá um grito.
- o que aconteceu? - indaga hwina.
- é o rei dos piratas. Ele foi atingido por uma espada - responde Donovan.
Todos tentam ajudá-lo.
Mas já é tarde.
O rei dos piratas está morto.
Capítulo 16
(A bem da verdade)
O rei dos piratas é enterrado conforme a cultura da sua trupe.
Ele é colocado na direção dum carro.
Fogo é ateado neste carro.
Todos se despedem dele.
- eu não o conhecia bem, mas ele me ajudou mesmo que com segundas intenções - disse clyden.
- claro, nós somos piratas e não Santos - fala um dos piratas.
- e agora, vocês vão nos ajudar? - pergunta Donovan.
- claro que sim. O pedido dele ainda serve para nós - comenta o pirata.
- nós ainda temos que ir até a bruxa - observa hwina.
- muito bem. Vamos lá - diz Bayton.
Enquanto isso, na capital, o novo tirano recebe a notícia que todo reino está sob seu poder, e ninguém se atreve a levantar-se contra ele.
- ótimo. Isto é o que eu espero - afirma Kenton - mas onde está melton? - ele perguntou para edwon.
- eu estou aqui, majestade - chega ele neste exato momento.
- perfeito. Onde está o mapa?
- infelizmente, nós fomos atrapalhados por seu pai e aqueles aventureiros.
- o que?
- eles chegaram lá, e nos derrotaram com magia.
Kenton chega perto dele, e dá-lhe 1 tapa na cara.
- você é um estúpido mesmo. Será que eu tenho que fazer tudo só?
- eu tenho 1 proposta para vossa majestade - revela edwon.
- o que é?
- porque o senhor não manda princesa ianka até lá com o dragão?
- você acha que eu não pensei nisso? É claro que sim. Mas eu tive uma ideia melhor.
Edwon e melton olham para ele.
- eu sei que eles estão com os piratas da estrada. Mas tenho alguém infiltrado lá. E este alguém vai me ajudar até chegar ao mapa do vento.
- isto é ótimo, vossa majestade - felicita lord edwon.
- pois é. Eu não tenho pressa. Até lá eu tenho outra carta na manga.
- o que é?
O rei Kenton mostra 1 panfleto a ele.
Neste panfleto, oferece 1 grande tesouro e um imenso castelo para quem matar o antigo rei e seus aventureiros.
Que a caçada comece.
Capítulo 17
(Uma reviravolta do destino)
Nossos heróis voltam para floresta.
Lá na clareira está casa bruxa.
Ela já está lá fora.
Com um exercíto de mercenários.
- então voces estão aqui? - pergunta bruxa de forma óbvia.
- sim, nós só queremos a sua bola de cristal e vamos embora - diz clyden.
- vocês acham mesmo que eu vou dar o meu ganha pão a vocês?
- já que você não quer ajudar por bem que seja por mal - fala hwina.
- é você novamente sua ladra.
A anti heróina manda um beijo em direção a bruxa.
Donovan olha para os mercenários.
- acho que vamos ter dificuldade com isso - diz ele.
- nós vamos ter que arriscar.
- como estes mercenários estão com você? - pergunta o pirata.
- da mesma forma que vocês estão com eles, por dinheiro - argumenta a bruxa.
- muito bem, chega de bobagem. Vamos para ação - incentiva o pirata.
Todos começam a luta.
Confusão é grande.
Não dá para dizer direito que acontece aqui.
Tem muita gente em cena.
Eu só sei duma coisa.
Nossos heróis em desvantagem.
Eles estão quase perdendo.
Porém, um milagre acontece.
Neste caso, a minha decisão como escritor.
Quando nossos heróis estão quase no final da jornada, a princesa ianka surge com seu dragão e põe fogo em tudo por ali.
Muitos mercenários são mortos.
Outros acabam fugindo.
A bruxa tenta fugir.
Mas na sua cabana estão Bayton & Niagara.
Enquanto ela estava distraída com o nosso grupo, a dupla entrou em sua cabana, e encontram a bola de cristal.
Eles descobrem o paradeiro do mapa do vento.
A bruxa fica furiosa, e tenta mata-los.
Niagara a pulveriza com um feitiço.
Todos se reúnem na floresta.
Bayton agradece a princesa ianka.
Niágara fala que já sabem onde está o mapa do vento.
Clyden fica surpreso.
- você não estava lado do tirano Kenton? - ele pegrunta princesa.
- eu estava porque pensei que ele seria diferente do seu verdadeiro pai, mas eu enganei-me e não quero que meu reino sofra com outra invasão.
Tudo certo, então nossos heróis se reúnem e vão até o local onde é guardado o mapa do vento.
Capítulo 18
(O fogo do dragão)
Todos chegam na caverna dourada.
Ela tem este nome porque literalmente esta é a cor da caverna.
Clyden, Donovan, Bayton, hwina e Niagara entram na caverna.
A princesa ianka e os piratas ficam do lado de fora protegendo o lugar.
Eles andam por um grande corredor de pedra até chegar numa espécie de santuário natural.
Uma sala gigantesca.
Ela tem um lago no meio.
E no meio deste lago existe um pequeno monte onde eles avistam um mapa prateado enrolado numa fita de veludo vermelho.
Clyden nada até lá.
Pega o mapa.
Olha para ele.
Para sua surpresa, o mapa não contém nada além de um desenho de um redemoinho de vento.
No canto superior direito, há uma palavra escrita em azul (toque-me).
Clyden toca o mapa.
Ele entra numa espécie de transe.
Começa a ventar.
- o que está acontecendo? - pergunta Donovan.
- é o vento divino minha magia sendo despertado - diz Niagara.
Clyden volta ao normal.
Ele está diferente.
Sua pele brilha.
O vento para.
Ele se prepara para nadar de volta quando escuta o barulho de várias criaturas gritando e correndo.
Para surpresa de todos (e minha também) aparece uma horda vampiresca e ataca nossa liga aventureira.
- esta não - murmura Niagara para si.
Ela havia esquecido que lançou um feitiço nestas criaturas para serem guardiãs da caverna.
Todos são mordidos.
A princesa ianka ouve o barulho.
- mas o que está acontecendo?
- eu não sei - responde um pirata.
- preparem suas armas - diz ela.
Monta em seu dragão.
A horda de vampiros sai da caverna.
Uma luta tem início.
O dragão levanta voo.
Ele cospe fogo nos inimigos.
Alguns vampiros se transformam em morcegos gigantes.
Eles lutam com o dragão, que é mordido pelos morcegos.
Ele cai no mar.
A princesa ianka se salva.
O dragão morre envenenado.
Todos os piratas são mortos.
Eles se transformam em vampiros.
Os nossos heróis são feitos prisioneiros.
Clyden agora tem o poder do vento.
Através do pensamento, ele controla o tempo e mata todos os vampiros numa ventania gigante.
Ele desmaia devido ao esforço.
Ao acordar, ele está recostado numa árvore.
- o que aconteceu? - pergunta clyden.
Niágara dá água para ele.
- através do toque no mapa, você agora tem o dom do vento mágico.
- onde está o mapa?
- eu coloquei um feitiço de auto destruição nele. Agora, você é o único que pode controlar isso.
Clyden levanta-se ainda tonto.
Ele olha para o horizonte.
Em direção a capital.
- muito bem, chegou a hora disto tudo terminar.
A batalha final se aproxima.
Capítulo 19
(Os ventos, o que trazem)
Na capital, a situação se complica.
Uma revolta começa.
Kenton cobra muitos impostos.
Persegue seus opositores políticos.
Melton foi decapitado pelo rei por não conseguir encontrar o mapa do vento.
Tudo está um caos.
Um grande furacão surge na capital.
Os generais do rei estão numa luta feroz para defender o castelo.
Eles são destruídos pelo vendaval mágico criado por clyden.
O exército está cansado.
Não consegue deter os inimigos.
Clyden derruba construções em cima dos vilões.
Kenton vê tudo de sua torre.
Ele decide que não vai se entregar.
Espalha bombas incendiárias.
Nossos heróis invadem o castelo.
As bombas começam a explodir.
Eles estão prestes a morrer.
Não encontram Kenton.
Niagara faz um último sacrifício.
Invoca uma magia poderosa.
Os faz desaparecer dali.
Ela morre no processo.
Uma bomba explode abaixo dela.
Clyden, Donovan, hwina e Bayton surgem no meio da cidade destruída.
Eles vêem o castelo desabar.
Kenton tenta fugir disfarçado.
Ele é reconhecido.
Acaba sendo detido.
É executado em praça pública.
A desordem reina ali.
Capítulo 20
(Um final assim)
Seis meses se passam.
Bayton é reconduzido ao trono.
O local é reconstruído.
Clyden se torna general.
Donovan é seu ajudante.
Hwina torna-se conselheira do rei.
O poder do vento ainda continua com clyden. Mas ele não pode usá-lo em benefício próprio.
Esta é uma regra da magia.
Porque eu fiz esta regra?
Porque sim.
Eu fiz isto como uma metáfora para o uso responsável de poderes que trazem responsabilidade.
A vida retorna aos poucos a allark.
Ah, eu já ia me esquecendo.
A princesa ianka voltou ao seu reino.
Durante esta aventura, o seu irmão, que era rei, morreu de uma queda de cavalo. Ela agora é a rainha.
Uma estátua foi feita em homenagem a Niagara e a todos que lutaram e morreram nesta guerra.
Chegamos ao final da história.
Todos viveram felizes para sempre.
Até uma nova aventura começar.
Fim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário