...
Década de 40.
A guerra continua no leste.
Lá está um caos.
Mas aqui nada acontece.
O país está protegido.
Pelo menos por enquanto.
Eu sou rosa Norton.
Uma detetive particular.
Com uma vida medíocre.
Alguns casos interessantes.
Agora é noite.
A rua está fria.
O chão é molhado.
Uma neblina paira no ar.
Todos estão em casa.
Silêncio é absoluto.
Minha mãe está no quarto.
Sua tosse aumentou.
Seu nome é Maria.
Ela está doente.
Já faz um tempo.
Tomou muito remédio.
Nada ajuda.
Não sei o que fazer.
Não tenho mais dinheiro.
Gastei tudo com bebida.
Com aluguel também.
Viver em cidade grande não é fácil.
Muita despesa.
Muita conta pagar.
Tô sem muito trabalho.
Os que tenho, pagam pouco.
Época de Crise.
Situação é complexa.
O telefone toca.
É Tião, meu secretário.
- o que você quer?
- tenho um trabalho para você.
- é mesmo?
- sim.
- sobre o que é?
- amanhã, no escritório.
- tá bom então.
Desligo o telefone.
Tomo um gole de chá.
Eu não gosto.
Jogo resto fora.
Prefiro café.
O sono está chegando.
Eu vou dormir.
Amanhã continuo esta história.
Boa noite.
...
Capítulo 02
...
Outro dia começa.
Eu levanto cedo.
Tomo meu banho.
Preparo meu café.
Dou os remédios a minha mãe.
- ora minha filha, você já vai?
- sim, eu tenho um cliente novo.
- tá bom então.
Dou um beijo nela.
Chego no escritório.
Encontro Tião.
- olá chefa, bom dia.
- bom dia, ele já chegou?
- ela já chegou.
- é uma mulher?
- sim.
- OK.
Eu entro no escritório.
Ela está sentada.
Mantém uma atitude calma.
Fico surpresa com a pessoa.
- Patrícia Thompson?
- bom dia, detetive Rosa.
Ela estende a mão.
Eu a cumprimento.
Patrícia Thompson é uma escritora.
Ela é famosa.
Escreve romances policiais.
Irônico né?
Eu me sento.
- eu gosto de seus livros.
- obrigada.
- em que posso ajudá-la?
- me indicaram voce.
- porque?
- uma mulher neste ramo é raro.
- isso é verdade, e então?
- quero que você encontre alguém.
- um familiar?
- é quase isso.
- e quem seria?
- um namorado meu.
- hum, o que aconteceu?
- ele foi esquiar e desapareceu.
- como assim desapareceu?
- uma avalanche.
- quando foi isso?
- há 6 meses.
- compreendo, ele não morreu?
- eu pensei que sim.
- houve alguma busca?
- sim, mas não o encontraram.
- eu não entendi.
- há 3 dias me mandaram isto.
Ela me deu um bilhete anônimo.
Letra de forma.
"Tenho informações sobre Lucas.
Ele está vivo.
Eu lhe direi algo interessante.
Ligo para você daqui a 3 dias."
Olho para ela.
Devolvo o bilhete.
- a ligação é hoje.
- sim.
- e já fizeram?
- sim.
- o que disseram?
- que eu fosse hoje ao café do Rick.
- eu conheço este lugar; a que horas?
- às 8 horas da noite.
- você vai?
- lógico que não.
- você quer que eu vá?
- sim.
Ela tira um cheque da bolsa.
- aqui está uma parte do pagamento.
Me dá o cheque.
Eu olho valor.
Tomo um gole de whisky.
Ofereço a ela.
- aceita?
- não, obrigada.
- eu irei lá.
- só mais uma coisa.
- o que é?
- quem me ligou foi uma mulher.
- interessante.
- ela estará vestido de amarelo.
- certo.
- o resto pagamento darei no final.
- OK.
- aguardo sua ligação.
Ela me dá seu cartão.
Nós nos despedimos.
Ela vai embora.
Eu olho pela janela.
Meu dia está só começando.
...
Capítulo 03
...
A noite chega.
O encontro está próximo.
Vou ao café Rick.
Ambiente é cheio.
Há música no ar.
Risadas e conversas.
Vasculho lugar.
Eu a encontro.
A mulher amarelo.
Sentada numa mesa de canto.
Me aproximo dela.
Ela olha para mim.
- quem é você?
- eu sou rosa Norton.
- o que você quer?
- sou detetive particular.
- não tenho nada para falar a você.
Ela se levanta.
Quer ir embora.
Eu a seguro pelo braço.
- por favor, fique.
Ela olha para mim.
- onde está Patrícia Thompson?
- ela não pode vir.
- porque?
- você sabe porque.
Ela senta-se novamente.
Eu também me sento.
- qual é o seu nome?
- Rosália Ramirez.
- qual sua ligação com Patrícia?
- eu sou cafetina de Lucas Matheus.
- direta no ponto você.
- nós temos que ser.
- como você sabe que ele está vivo?
- um Amante dele me contou.
- ele tem um amante?
- ele é um prostituto.
- compreendo.
Um garçom traz bebida.
- você quer?
- não, obrigada.
- quem vai me pagar?
- vai receber quando for confirmado.
- que história é essa?
- não achou que seria fácil, né?
- eu conto tudo a imprensa.
- faça isso, e você não terá nada.
Rosália joga um cartão na mesa.
- o endereço Guillermo Paolo.
Eu pego cartão.
- quem é ele?
- o amante Lucas Matheus.
- Patrícia Thompson sabe disto?
- eu não sei.
Um rapaz bonito chega até nós.
- madame, já está na hora.
Ela oferece a sua mão.
Beija ele, e olha para mim.
- com licença, tenho que ir.
- eu falo com você depois.
- espero meu pagamento.
Ela sai com o rapaz.
Olho para eles.
Sinto algo estranho.
Minha intuição é alerta.
Eu saio do restaurante.
Começa a chover.
Eu me agasalho bem.
Rua está deserta.
Um carro começa me seguir.
Eu tento fugir dele.
Alguém tenta me atropelar.
Eu me jogo de uma escada.
Pego minha arma.
Atiro no carro.
Ele vai longe.
Era só o que me faltava.
...
Capítulo 04
...
A guerra continua.
Uma bomba explodiu na praia.
Ela veio de longe.
Do outro lado do mar.
Do país inimigo.
Povo está em Pânico.
Governo está em alerta.
Em breve, teremos confusão aqui.
Minha mãe ficou nervosa por ontem.
Fui com ela ao hospital.
Tião cuidou de casa.
Ela ficou internada.
Passo uns 3 dias com ela.
Voltamos para casa.
Eu continuo a investigação.
Vou até Guillermo Paolo.
Ele é jovem.
Um rapaz bonito.
Me atende de kimono.
Está bebendo saquê.
- pois não?
- eu preciso falar com você.
- sobre o que?
Explico tudo a ele.
- você aceita um saquê?
- não, obrigado.
- o que você quer saber?
- onde Lucas Matheus está.
- muito bem, eu vou explicar.
Ele me diz alguma coisa.
Lucas foi esquiar nas montanhas.
Patrícia Thompson patrocinou tudo.
Ela não foi com ele.
Estava divulgando um livro.
Ocorre a avalanche.
A escritora procura ele.
Sabe relacionamento dos dois.
Paga ele para ir a montanha.
Procurar pelo seu amante.
Guillermo Paolo vai até lá.
Não encontra Lucas Matheus.
Meses depois, recebe uma ligação.
Ele está vivo.
Os dois marcam um encontro.
Lucas pede sigilo a Guillermo.
Que Patrícia não saiba nada.
Eles se encontram.
Eu fico intrigada com isso.
- porque este mistério todo?
Algo ruim acontece.
Uma bala atravessa janela.
Estoura cabeça dele.
Sangue respinga em mim.
Tento ajudar Guilherme Paolo.
Ele está morto.
Corro até a janela.
Não vejo ninguém.
Chamo a polícia.
O procedimento acontece.
...
Capítulo 05
...
Delegado Fonseca me faz perguntas.
Eu respondo tudo.
- isto é estranho.
- porque?
- porque alguém mataria ele?
- queima de arquivo.
- você sempre me coloca nisto.
Olho para ele.
- nisto o que?
- em problema.
- eu não tenho culpa.
- sei que não.
- então não fale assim comigo.
- desculpa.
- tudo bem.
Eu me levanto.
- já vou embora.
- OK.
- eu vou falar com a cafetina.
- certo, se cuida.
- você também.
Eu saio dali.
Porque aquele cara foi morto?
O que alguém ganharia com isso?
Tenho que encontrar Rosália Ramires.
Só ela pode dizer algo sobre isso.
O meu celular toca.
Meu pensamento é interrompido.
Eu atendo a ligação.
- alo?
- eu vou matar voce.
Paro na calçada.
- quem é?
- eu sou chocolatra.
Desliga na minha cara.
Eu olho para o céu.
É só o que me faltava.
...
Capítulo 06
...
Eu vou caminhar.
Estou cansada.
Mal comecei neste trabalho.
Eu vou assim.
Não é só questão de trabalho.
É esta geurra toda.
Doença de minha mãe.
Tudo isto me afeta.
Este é o meu último caso.
Depois disto, paro.
Vou trabalhar em outra coisa.
Eu faço uma caminhada.
Isto me ajuda a pensar.
Hoje é frio.
Faz os meus ossos doerem.
Presente última pandemia.
Aquela coisa horrível.
Sofri com ela.
Fiquei com sequelas.
Avenida está vazia.
Hoje tem algum jogo.
Fogos de artifício no ar.
Pessoas nos bares.
Bandeiras nacionais hasteadas.
Não sei o que é.
Não gosto de esportes.
Nada contra isto.
Cada um curte o que quer.
Só não gosto.
Meu celular toca.
Eu atendo.
É Tião.
Ele diz que minha mãe foi baleada.
Está no hospital.
Minha respiração fica ofegante.
A mão treme.
Eu pego um táxi.
Vou para lá.
...
Capítulo 07
...
Eu chego ao hospital.
Tião está lá.
- o que aconteceu?
- ela foi baleada.
- como ela está?
- ela está bem.
- cadê ela?
- na enfermaria.
Eu vou vê-la.
Uma enfermeira cuida dela.
- mãe.
Ela olha para mim.
- minha filha.
Nós nos abraçamos.
Tirou pegou no ombro.
- o que aconteceu?
- alguém invadiu a nossa casa.
- um ladrão?
- eu não sei, ele estava mascarado.
- certo.
Eu ligo pro delegado Fonseca.
Conto tudo a ele.
Vamos nos encontrar em casa.
- senhora vai ficar com Tião.
- o que está acontecendo?
- é o que eu vou descobrir.
Tião a leva a sua casa.
Eu me encontro com delegado.
Vamos a minha casa.
Investigamos o lugar.
Encontro a bala.
Ela vai ser periciada.
Encontro um cartão.
"Estou de olho em você"
Sinto o cheiro.
Aroma é chocolate.
Mostro isto ao delegado.
- isto é estranho.
- e como é.
Olho para porta.
Ele olha para mim.
- o que você pretende fazer?
- eu vou falar com alguém.
- quem?
- Patrícia Thompson.
...
Capítulo 08
...
Eu vou até a casa dela.
Um baile acontece.
Há muita gente.
É o lançamento de um livro.
Eu a encontro.
Ela fica surpresa.
- o que você faz aqui?
- nós precisamos conversar.
Ela me leva ao seu escritório.
- o que aconteceu?
- minha mãe foi baleada.
- como assim?
- ela sofreu um atentado.
- eu sinto muito.
- obrigada.
- como ela está?
- bem.
- ótimo.
- você sabe alguma coisa?
- sobre?
Eu mostro bilhete.
Ela lê a mensagem.
Sente o cheiro.
- isto é chocolate?
- sim.
- meu Deus.
- o que foi?
- eu sei quem.
- e quem é?
- um mercenário chamado chocolatra.
- eu sei, ele ligou para mim.
- ele tem esse codinome ridículo.
- o que você quer dizer com isto?
- alguém o contratou para me matar.
- porque?
- eu não sei.
- quando foi isso?
- a um ano atrás.
- onde?
- numa estação de esqui.
- não entendo porque minha mãe.
De repente, algo acontece.
A porta é aberta com um chute.
Um homem com máscara aparece.
Vestido de roupa escura.
Eu sinto cheiro.
É o chocolatra.
Ele pega uma arma.
Empurro Patrícia no chão.
Eu luto com ele.
Desarmo e jogo a arma da janela.
Nós brigamos.
Ele me acerta com um chute.
Eu torço tornozelo.
Chocolatra pega uma faca.
Ele vai me matar.
Patrícia bate nele com um jarro.
Ele dá um soco nela.
Ela cai desmaiada.
Pessoas entram no escritório.
O assassino foge.
Eu desmaio.
...
Capítulo 09
...
Eu acordo num barco.
Não sei como vim parar aqui.
Ele parece estar abandonado.
Eu saio da cabine.
É noite.
Névoa ao redor.
Estou no meio de um lago.
Nunca vi este lugar antes.
Guillermo Paolo aparece a mim.
Não sei o que pensar.
- você aqui? Não está morto?
- sim, eu estou.
- então eu morri também?
- não, você está sonhando.
- o que significa isso?
- eu quero te dar um recado.
- qual?
- eu sei onde Lucas Matheus está.
- onde?
- no prostíbulo de Rosália Ramirez.
Eu olho a neblina.
- ela brincou comigo.
- sim.
- quem matou você?
- o chocolatra.
- quem contratou ele?
- isso eu não sei dizer.
Começa a chover.
Olho para o céu.
Um barulho acontece.
Olho para Guillermo Paolo.
Ele se transforma num corvo.
Voa para o meio da noite.
Um trovão se faz presente.
Eu acordo no hospital.
...
Capítulo 10
...
Meu olho dói.
Eu ponho colírio.
Minha cabeça lateja.
Vento balança cortina.
Leio no jornal.
"O inimigo ataca nosso país"
Uma declaração de guerra é feita.
Inferno chegou até nós.
Eu troco roupa.
Vou até Rosália Ramirez.
Seu negócio é movimentado.
- o que você faz aqui?
- eu quero falar com vc.
- já não basta confusão que causou?
- eu posso fazer ainda mais.
- venha comigo.
Ela me leva até o seu quarto.
- o que você quer?
- onde está Lucas Matheus?
- eu não sei.
- mentira.
- porque eu saberia?
Aponto uma arma a ela.
- você está louca.
- você não viu nada.
- eu não sei nada sobre isso.
Atiro na perna dela.
Cai no chão.
Ela me xinga.
Barulho de música é alto.
Ninguém escuta nada.
Aponto arma para ela.
- a próxima é na cabeça.
Rosália Ramirez fecha os olhos.
Lucas Matheus aparece.
- por favor, não atire na minha mãe.
Aquilo me atinge como um soco.
Sento na cama.
- o que você disse?
Lucas abraça Rosália Ramirez.
- ela é minha mãe.
...
Capítulo 11
...
Eu não creio no que escuto.
- o que tá acontecendo aqui?
Lucas Matheus se levanta.
- eu vou explicar tudo.
- acho bom mesmo.
De repente, a sirene toca.
Estamos sob ataque.
Bombas inimigas em nossa direção.
Explosões começam a acontecer.
O local onde estamos é atingido.
Eu ajudo Rosália sair dali.
Prédio tá desabando.
Escapamos por pouco.
Rua está em polvorosa.
Pessoas correndo para todo lado.
Olho pro céu.
Dirigíveis inimigos sobrevoam o local.
Eu atiro neles.
Estou com raiva desta guerra.
Uma moto surge no meio do caos.
Ela vem em direção a Lucas Matheus.
Atiro no motoqueiro.
Ele vai atropelar Lucas.
Rosália se joga na frente.
Ela é atropelada.
Morre no local.
Motoqueiro nos encara.
Ele arranca com a moto.
Vem em nossa direção.
A polícia chega.
O motoqueiro foge.
Lucas segura mãe morta.
Tudo é um caos.
...
Capítulo 12
...
Eu trago Lucas a minha casa.
Ele tá nervoso.
Eu o acalmo.
- o que está acontecendo?
- eu tenho que contar a verdade.
- o que é?
- eu me fingi morto.
- porque?
- Patrícia Thompson tentou me matar.
- como assim?
- na verdade, ela é uma espiã fascista.
- o que?
- isto mesmo.
- como você descobriu isso?
- eu descobri um diário dela.
- o que tem nele?
- várias citações a encontros dubios.
- encontro com agentes inimigos?
- sim.
- então ela tentou matar você.
- num acidente aparente de esqui.
- isto é complicado.
- ela tem que pagar por tudo.
- ela vai pagar sim.
Eu ligo para Tião.
Quem atende é minha mãe.
- mãe, o que foi?
- venha aqui; aconteceu algo.
- já estou indo.
Chamo delegado Fonseca.
Ele fica com Lucas Matheus.
Eu vou até a casa do Tião.
Chego lá.
Minha mãe me recebe.
- o que aconteceu?
- Tião está morto.
- como assim?
- eu o encontrei no porão.
Saco a minha arma.
Vou até lá.
Tião está caído.
Um tiro na cabeça.
Me viro para subir a escada.
Minha mãe tem uma arma.
Aponta para mim.
Eu fico surpresa.
- o que a senhora está fazendo?
- desculpe, não posso deixar você ir.
- o que é isso?
- eu trabalho com Patrícia.
...
Capítulo 13
...
- mãe, não faça isso.
- eles tem razão, tudo precisa mudar.
- eles quem?
- os nossos amigos fascistas.
- eles são criminosos.
- sabem o que é o mundo, de fato.
- sua ideologia é rascista.
- você não enxerga verdade.
- senhora não enxerga moral.
Ela aponta arma para mim.
- senhora teria coragem disto?
- você me obriga a isso.
Uma luz toma sala.
O ar muda densidade.
Um ser luminoso aparece.
Nós ficamos perplexas.
Minha mãe atira neste ser.
Nada acontece.
Ele toca arma dela.
O objeto desaparece.
Minha mãe fica trêmula.
- o que foi que eu fiz?
Ela começa a chorar.
Eu a abraço.
O ser luminoso some.
- me desculpa, minha filha.
O ambiente muda de energia.
...
Capítulo 14
...
Alguns dias se passam.
Tudo foi difícil.
Minha mãe foi presa.
Cúmplice de espionagem.
Ela ajudava agentes inimigos.
Foi julgada e condenada.
15 anos de prisão.
Eu sinto muito.
Não posso fazer nada.
Ela escolheu este caminho.
Patrícia Thompson morreu.
Delegado Fonseca foi a sua procura.
Ela tentou fugir.
Sofreu um acidente de carro.
Chocolatra não foi pego.
Ninguém descobriu quem ele é.
Guerra ainda continua.
Nós entramos nela.
O exército é preparado.
Ele vai ao outro lado do oceano.
Eu não me sinto segura.
Espero seu ataque a qualquer dia.
Lucas Matheus foi a outra cidade.
Ele conheceu alguém lá.
Está tentando recomeçar a vida.
Espero que tudo dê certo.
Eu me aposentei desta vida.
Abri uma cafeteria.
Estou cansada disto.
Eu quero viver.
Não correr perigo de morte.
Mais um dia começa.
Eu início minha nova jornada.
Vamos ver até onde isso nos leva.
...
(Fim)